Burnout: a síndrome causada por esgotamento físico e mental que atinge mais as mulheres

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Tensão emocional e estresse provocados pelo trabalho desgastante. Você conhece ou está passando por algo assim? Fique atento! Você pode está vivendo a Síndrome de Burnout.

Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido por Herbert J. Freudenberger como “(…) um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional”.

Geralmente, a síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

Profissionais das áreas de educação, jornalistas, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.

Quando a pessoa tem a síndrome, ela apresenta atitudes negativas. Ela começa a não querer mais ir ao trabalho, fica agressiva, com oscilação de humor, ansiedade, irritabilidade, há uma redução na eficácia profissional, entre outros. Além dos sintomas físicos que se manifestam como uma dor de cabeça, insônia, crise de asma, pressão alta.

Mulheres são as mais afetadas

Segundo pesquisas feitas pela International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR), 32% dos mais de 90 milhões de profissionais brasileiros sofre de burnout.

Em especial, nas mulheres, vem associado a outros fatores que não só o trabalho, e a razão é simples: além do estresse profissional, as mulheres vivem uma jornada dupla com a casa e os filhos. A solução, no entanto, está em ações integradas que incluem a busca por um estilo de vida mais saudável.

E o diagnóstico como fica?

O diagnóstico é feito de forma clínica levando em conta toda história pessoal do paciente e o seu envolvimento com o trabalho. 

Como ele vê esse trabalho? Esse trabalho para ele significa tudo? Essa exaustão no trabalho pode levar o profissional a ter sérios problemas, mas é preciso que se investigue o histórico de vida dele.

O tratamento é a psicoterapia e em alguns casos, o uso de fármacos. 

Mas, na rotina do paciente devem ser incluídos exercícios físicos regulares, meditação, exercícios de relaxamento, entre outros. São ferramentas importantes para uma melhor qualidade de vida do paciente.