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Câncer de mama: Psicóloga fala sobre importância da saúde mental para mulheres durante o tratamento

No mês do Outubro Rosa, campanha de prevenção ao câncer de mama, também é preciso falar sobre a saúde mental das pacientes que descobrem a doença. Um estudo do Observatório de Oncologia mostra que a chance de um paciente com câncer desenvolver depressão varia de 22% a 29%. Segundo a análise, pacientes com câncer de mama tem de 10% a 25% de chance de ter depressão.

O Eufemea conversou com a psicóloga oncológica do Hospital Cliom, Larisse Cavalcante que falou sobre os cuidados e a importância da saúde mental do paciente e da família durante o tratamento.

A psicóloga explicou que saúde mental é qualidade de vida, bem-estar, a maneira como a pessoa está recebendo e lidando com as situações ao seu redor, tanto de modo comportamental quanto emocional.

“Diante de um diagnóstico de uma doença que vai requerer um tratamento que pode ser prolongado, muitas mudanças acabam vindo: como mudança na rotina, na dinâmica familiar, nas relações entre os membros da família, nos papéis desempenhados por cada membro”, conta.

Ela reforçou que nossas emoções e comportamentos são fatores motivadores que vão auxiliar o paciente e a família para que eles sigam em frente, e lidem com as questões que vão surgir. Mas que tudo depende da forma que a família vai se estruturar e como será a rede de apoio.

“Isso motivará o paciente a seguir em frente”, disse. Porém ela chamou a atenção que caso isso não aconteça, poderá acarretar consequências no próprio tratamento do paciente.

“A saúde mental é de extrema importância e relevância, a forma como o paciente e sua família vai se relacionar é o que vai acabar dando direcionamento das possibilidades de cura, estabilidade, e possibilidades de uma qualidade de vida”, reforçou Larisse.

Descobri que tenho câncer e agora?

No Hospital Cliom, Larisse disse que quando a paciente recebe o acolhimento, ela conversa com a paciente e os familiares com o objetivo de criar um ambiente seguro para que eles possam se sentir confortáveis.

A psicóloga enfatizou que ainda existe muitos tabus relacionados ao câncer e que ele não é uma sentença de morte. É por meio da psicologia que ela propõe um espaço para o diálogo. “O espaço de acolhimento é essencial”, reforça. 

O acompanhamento é feito ao longo do tratamento, tanto na sala de quimioterapia ou no ambulatório, toda semana. No hospital em que a psicóloga trabalha, ela faz o acompanhamento em grupo com as mulheres por meio do artesanato. 

“Por meio da arte, nós também conseguimos trabalhar as emoções, os comportamentos, estratégias de enfrentamento, o que surge como conflito e pode afetar a qualidade de vida das pessoas que estão envolvidas”, conta. 

E o acompanhamento continua após o tratamento, que é trabalhado a reinserção social, que é quando os exames e tratamentos vão diminuindo e o paciente começa a voltar a sua rotina. Desde o recebimento do diagnóstico, até as fases de tratamento e no pós, os psicólogos acompanham dando o suporte ao paciente e a família.

Tratamento traz mudanças

Larisse enfatiza que o câncer de mama é o câncer que mais acomete mulheres no Brasil, e o tratamento oncológico traz muitas mudanças em vários âmbitos.

“De vez em quando a mulher tem o papel de cuidadora da família e passa a ser cuidada. A perda do cabelo, emagrecimento. Tudo isso afeta a autoestima”, cita a psicóloga.

Essas mudanças, segundo ela, acontecem de forma muito abrupta e isso pode gerar alguns transtornos como ansiedade, depressão que se não forem não cuidadas podem ter agravantes.

Ela continua que durante o tratamento o foco é muito ligado a saúde física e que a saúde mental acaba sendo colocada de lado, mas que isso não pode acontecer.

Sobre a perda de cabelo, ela explica que o processo de cada mulher é diferente, e que existem muitas estratégias como uso de chapéus, lenços e perucas. “São muitas alternativas, mas é importante lembrarmos que não tem uma alternativa correta”.

“Cada mulher vai ter o seu processo único, cada uma vai ser sua maneira, seu tempo e estratégia. Cada mulher é singular”, conclui Larisse.

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Cotidiano Interna Notícias

Parlamentares alagoanas autoras de projetos para distribuição absorvente criticam veto de Bolsonaro: “Um retrocesso”

Foto principal: Olívia Tenório, vereadora

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou a distribuição gratuita de absorventes sob a justificativa de que o projeto não previa “fonte de custeio ou medida compensatória”, ferindo a Lei de Responsabilidade Fiscal, além de falta de interesse público. 

O Eufemea conversou com a deputada estadual Cibele Moura (PSDB) e a vereadora Olívia Tenório (MDB). As duas têm projetos voltados para distribuição de absorventes gratuitos. Para elas, o veto ao projeto é um retrocesso.

Deputada Cibele Moura. Foto: Ascom ALE

A deputada estadual Cibele Moura tem um projeto de Lei da Liberdade para Menstruar (PL Nº 416/21) que determina a diminuição dos impostos sobre os absorventes, tornando o item mais barato e possibilitando que o governo o distribua gratuitamente a mulheres em situação de vulnerabilidade econômica e social através das cestas básicas. O projeto dela foi sancionado pelo governador Renan Filho.

Ao Eufemea, a deputada enfatizou que recebeu com muita tristeza o veto ao projeto de lei do Congresso Nacional

“É mais um retrocesso grave nas políticas de atenção às mulheres. Combater a pobreza menstrual é uma necessidade urgente!”, ressaltou a deputada.

Segundo Cibele, “garantir absorventes às meninas é dar dignidade a elas para que possam estudar, trabalhar, enfim, ter qualidade de vida”.

A parlamentar disse que segue aguardando que o Governo do Estado coloque em prática a lei de autoria dela, que permite a distribuição gratuita do item para mulheres em situação de vulnerabilidade e reduz o imposto sobre o absorvente em todo estado.

“Mulheres e meninas estão adoecendo”

Já a  vereadora e presidente da Comissão Permanente dos Direitos da Mulher, Olívia Tenório,  protocolou, junto à Câmara Municipal de Maceió, um projeto de lei que institui o programa de fornecimento de absorventes higiênicos na Rede Pública de Saúde no município de Maceió.

Com relação ao veto do presidente, Olívia avaliou como absurdo. “Um retrocesso sem igual para a questão”.

“Estamos trabalhando, desconstruindo, lutando por melhorias e atuando no combate a pobreza menstrual faz um bom tempo, e quando finalmente conseguimos avançar, vemos tudo voltar para estaca zero”, reforçou.

A vereadora afirmou que o projeto foi pensado e repensado em várias instâncias antes de seguir para a presidência, ao contrário do que se usou na justificativa do veto. “Existia sim a especificação de onde viria o dinheiro para alimentar a compra dos absorventes. O meu PL também especifica de onde sairia o dinheiro para compra de absorventes que alimentariam a rede municipal de saúde”.

Olívia ressaltou que o presidente esquece que as mulheres e meninas estão adoecendo, deixando de estudar, e usando miolo de pão e papelão dentro da calcinha para conter o fluxo menstrual.

“E as doenças? Consequências para saúde? Cuidar das mulheres é cuidar da sociedade inteira, mas vindo da presidência, uma decisão dessa não é surpresa. Continuarei lutando, gritando se for necessário, para garantir que nenhum direito seja cerceado, e que as nossas mulheres e meninas tenham direito ao básico, que é dignidade”, concluiu Olívia.

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Cotidiano Interna Notícias

“As cenas degradantes foram assistidas em silêncio”, diz secretária ofendida por deputado estadual; entenda o caso

Foi durante uma audiência pública para tratar da relocação de vendedores ambulantes que o deputado estadual Tarcizo Freire (PP) ofendeu duas mulheres na Câmara de Vereadores de Arapiraca. Quem estava presente ouvia em ‘silêncio’ as ofensas e insultos do parlamentar contra a assistente social Lidiane Paes e a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rosa Lira.

Tudo começou quando o deputado disse que estava defendendo os interesses do povo e se posicionou de forma contrária aos argumentos da assistente social.

A assistente social disse que ainda não poderia ser liberada a venda de bebidas alcoólicas em espaços públicos, por causa do cumprimento de leis.

Exaltado, Tarcizo Freire disse que Lidiane e Rosa faziam parte de uma corja. Em outro momento, o parlamentar disse que a servidora “não prestava” e que tinha ódio no coração.

“Você tem que ter mais amor, fé em Deus, mais boa vontade. Senti a maldade dessa jovem. Acho que nem mãe ela é, porque se fosse mãe, não trataria um filho dessa forma. Gente ruim. Você está na profissão errada”, disse.

Em pé, o parlamentar disse que “nasceu com o cunhão roxo e que não abre para ninguém”.

Ao lado dele, Rosa Lira estava chorando e saiu em defesa da servidora, dizendo que o parlamentar foi insensato e havia passado dos limites. Entretanto, Rosa era interrompida ao falar.

Confira o vídeo completo abaixo:

“Foram todos omissos”

Ao Eufemea, Rosa contou que o que causou choque e espanto foi a mudança repentina de humor do deputado, além do tom que ele passou a usar.

“Ele teve uma fala misógina e de forma deselegante através de uma comunicação violenta, buscou intimidar a servidora”, ressaltou. Rosa cita a parte que o deputado disse: “Você tem ódio no coração, Nem Mãe ela é, gente ruim”.

Segundo a secretária, “todas as cenas degradantes foram assistidas em silêncio por toda nossa equipe e pelo público presente, incluindo parte dos vereadores”. 

“O deputado no momento da minha fala me interrompeu com um discurso de ódio e me agredindo, ameaçando e ampliando sua para os demais servidores municipais presentes, nos denegrindo com as seguintes expressões  “hipócritas e corjas”, enfatizou.

Ao Eufemea, Rosa disse que o ato de machismo de Tarcizo não veio apenas dele, mas da presidência da Câmara e demais vereadores presentes que se calaram. “Eles foram omissos”, comentou.

Após esse ocorrido, Lidiane e Rosa vão entrar com uma representação criminal contra o parlamentar no Ministério Público Estadual e pedirão para que haja apuração da conduta do deputado pelo Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de Alagoas.

Versão do deputado

Por meio de nota, o parlamentar se retratou “de forma humilde e respeitosa”, segundo ele.

Leia a nota abaixo:

Venho a público de forma humilde e respeitosa deixar um pedido de retratação em especial às mulheres, em virtude de um vídeo que circulou nas redes sociais na última sexta-feira (08/10). 

Gostaria de esclarecer, que em nenhum momento tive a intenção de ofender qualquer pessoa, mas no calor do momento e em defesa de todos os ambulantes houve uma exaltação em minhas palavras, reconheço! 

Mas não no sentido de mal dizer, machucar ou ofender, principalmente as mulheres, pois tenho todas elas como um ser divino e que merecem meu total respeito. Inclusive na oportunidade, defendi às inúmeras mulheres que estavam ali brigando por seu pão de cada dia, logo defendo a classe desde o ano de 2013.

Ressalto que em momento oportuno usarei a tribuna da Assembleia Legislativa bem como outros meios de comunicação para esclarecer toda a verdade sobre os fatos veiculados. 

Um grande abraço, fiquem todos com a benção do nosso Senhor! 

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Inspiradoras Interna Notícias

Alagoanas comemoram oficialização do casamento: “Era nosso sonho ter o sobrenome uma da outra”

Foto: Cortesia ao Portal

Sete anos de relacionamento, uma filha de 1 ano e dez meses, e a conquista de algo que duas alagoanas sempre sonharam: oficializar a união através do casamento. O Eufemea traz a história da estudante Lenise da Silva Lima Lopes de 26 anos e Francinara Maria Lopes da Silva, 31 anos, psicóloga, que se casaram durante a ação da Justiça Itinerante realizada no último dia 24 de setembro.

Segundo Lenise, o primeiro contato dela e da Francinara foi no ponto de ônibus de Maceió. “Depois trocamos os números e passamos a conversar por aplicativo”, contou.

Essa conversa rendeu um relacionamento de sete anos. “Quatro anos de namoro e três anos que estamos morando juntas”, disse.

Apesar de já morarem juntas, e se sentirem casadas, oficializar a união era algo que as duas almejavam. Ambas comemoraram a oficialização do casamento. “Agora sabemos que ao menos na teoria teremos todos os direitos assegurados por lei”, explicou Lenise.

A estudante disse que oficializar a união também vai além dos direitos. “Era o nosso sonho e desejo ter o sobrenome uma da outra”.

Desafios do casal

O maior desafio para o casal é o reconhecimento do relacionamento como uma relação válida.

“Temos sempre a impressão que os familiares acham que é somente fogo de palha ou uma fase”, afirmou Lenise.

Outro desafio encontrado é com relação à maternidade. O casal decidiu fazer inseminação caseira, mas de acordo com a estudante, “sempre tem alguém invalidado a mãe não gestante ou fazendo perguntas sem nexo”.

Da inseminação, nasceu o fruto do amor de Lenise e Francinara: a pequena Melina, de 1 ano e 10 meses, que trouxe novos desafios.

“Todo esse processo nos fez amadurecer bastante e despertou o interesse e a necessidade de exercer a militância de forma mais ativa, coisa que antes do casamento e da maternidade não fazíamos”, concluiu a estudante.

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Estilo de vida Interna Notícias

Para ouvir: confira cinco podcasts comandados por mulheres

Foto principal: Twitter Meio Fio

Já podemos até dizer que o podcast é o novo Youtube. Todos os dias surge um novo canal de produtores de conteúdo e outros profissionais que abordam os mais diversos temas. 

Nós separamos cinco podcasts produzidos por mulheres para vocês ouvirem e valorizarem mais ainda o trabalho dessa mulherada incrível.

Estilo Possível

Foto: Spotify

Comandado por Marina Santa Helena, no podcast a consultora de moda traz reflexões sobre moda, comportamento, tendências e estilo pessoal. Marina se aprofunda nos temas, com contextos históricos, de um jeito bem leve, trazendo temas bem interessantes. 

Grifa Podcast

Foto: Reprodução/Spotify

Qual o papel do feminismo no mundo que você quer construir? Essa é a pergunta central do podcast comandado por Isadora Attab e Szkilo. No Grifa, elas escolhem um livro por mês, e em dois episódios, discutem sobre a obra que sempre é ligada a temas que ajudam a construir uma visão de mundo mais justa. Podemos definir como um clube do livro feminista!

Para começar a escutar: Indico o episódio “A liberdade é uma luta constante, Angela Davis”

Mamilos 

Foto: Reprodução/Internet

 “Jornalismo de peito aberto”. Esse é o slogan do segundo podcast mais ouvido do país, comandado pela dupla Ju Walauer e Cris Bartis. Semanalmente as duas trazem assuntos atuais e polêmicos, por isso o nome do podcast, sempre com convidados com credibilidade para falar sobre os temas.

Para começar a escutar: Indico o episódio “Quem cuida de mim?”

Sexoterapia

Comandado pela psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa e a editora-chefe do site Universa, Marina Bessa. Toda semana, a dupla lê três casos enviados pelos ouvintes sobre o tema da vez que, claro, sempre está ligado com sexo e relacionamentos.

Para começar a escutar: Indico o episódio “As dores e as delícias do primeiro amor”

Meio Fio

Foto: Internet

Formado por quatro mulheres, Júlia Ribeiro, Antonella Vanoni, Stephanie Noelle e Stella Spinola elas se reúnem semanalmente, sentam no chão em uma roda com uma garrafa de vinho, ligam o microfone e gravam os episódios. No podcast, elas promovem uma conversa sobre diferentes questões que as incomodam e que, muitas vezes, também nos identificamos.

Para começar a escutar: Indico o episódio “Dá tempo de recomeçar?”

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Cotidiano Interna Notícias

Mãe narcisista e a falta de empatia: psicóloga fala sobre transtorno e como ajudar

Você já ouviu falar em mãe narcisista? O transtorno de personalidade narcisista é caracterizado por um padrão generalizado de grandiosidade, de necessidade de ser “adulado” e não apresenta empatia pelo outro, além de prevalecer apenas as suas necessidades. Para falar sobre o assunto, o Eufemea conversou com a psicóloga especialista em relacionamentos abusivos e dependência emocional, Keyla Cristine. 

Keyla explicou que a mãe que sofre com esse transtorno pode desvalorizar seu filho, criando sentimentos de menos valia, insegurança e carência afetiva.

“E quando adulto, ele vai viver em busca de suprir um vazio que foi deixado pela falta de afeto, estímulos importantes para um crescimento saudável. Será possivelmente um adulto carente, dependente emocional, inseguro, ansioso, com transtorno de humor, entre outros”, explicou.

Uma das principais características de uma mãe narcisista é a falta de empatia. Segundo a psicóloga, estudos mostram que quem possui Transtorno de Personalidade Narcisista tem na área do cérebro um volume reduzido de matéria cinzenta que está associada justamente à empatia e compaixão. 

Além de: 

  • Em eventos ou situações, tem a necessidade constante de ser o centro das atenções;
  • Sentimento exagerado de auto importância, o que faz com que ela exija tratamento especial;
  • Explora os filhos para obter ganhos pessoais;
  • Arrogância no modo de falar e de fazer as coisas;
  • Pode ter preferência explícita por determinado filho e excluir os demais;
  • Costuma comparar e enaltecer algumas pessoas em detrimento de outras para feri-las;
  • Manipulação e chantagem para conseguirem o que querem;
  • Fixação por poder ou jogos que a coloque em um espaço de superioridade.

O relacionamento entre uma mãe com transtorno de personalidade narcisista com o filho é marcado por atritos e discussões.

Como identificar?

Keyla explica que para a identificação será necessário buscar um especialista, psicólogo ou psiquiatra, mas algumas características já citadas podem ser levadas em consideração, mas reforça que apenas um profissional poderá dar um diagnóstico. 

Como ajudar?

O filho: Os filhos podem ser ajudados com o acompanhamento de com um psicoterapeuta como forma de prevenção, como também para diminuir os danos emocionais causados por uma mão narcisista;

A mãe: As mães também precisaram de acompanhamento com psicoterapeuta e psiquiatra. Mas ela explica que quem tem esse transtorno não acredita que precisa de ajuda. “O ego deles é muito grande para reconhecer isso”.

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Confira as tendências de moda e beleza para o verão 2022

Foto: Silvia Braz/Reprodução Instagram

Oi Bonitas, tudo bem com vocês? Hoje vamos abordar assuntos que estão em alta e amamos aqui na coluna – MODA E BELEZA.

Acabei elaborando as tendências vistas nas Semanas de Moda de Milão e Londres, que já aconteceram este ano e, agora, a Semana de Moda de Paris.

Com a flexibilização da pandemia ao redor do mundo devido às vacinações em massa, alguns eventos já estão contando com a presença do público. E essa semana está acontecendo um dos mais esperados eventos do mundo fashion, a Semana de Moda de Paris que traz marcas como Dior, Saint Laurent e Chanel. O evento acontece de 27 de setembro até 05 de outubro, com lançamentos das marcas para a temporada verão 2022. 

Vou listar algumas tendências de moda e beleza que vêm com tudo para a próxima temporada.

Aposte nas cores

Já vinha aqui falando para vocês que o olhar é a bola da vez na produção. As maquiagens coloridas e fresh continuam sendo a grande aposta para a próxima estação.

Notamos em vários desfiles a presença forte para as cores e o efeito glossy, fresh e molhado, tanto nas maquiagens como nos cabelos. Além dos delineados coloridos e gráficos.

Batons e blush com coloração mais quentes, vermelhos e laranjas já vêm tomando as passarelas.

Visual praia para os cabelos

Quem gosta daquele efeito molhado ou cabelos presos para as madeixas, (eu já amei essa trend, amo cabelo com esse efeito molhado) vai adorar essa tendência. 

O uso de badanas e grampos foram notados no visual de grandes marcas como Giorgio Armani. Já o efeito molhando veio forte pelo Osman Yousefzada na semana de moda em Londres.

Já na roupas notamos algumas queridinhas da temporada.

Algumas celebridades e influenciadoras brasileiras, como Sabrina Sato, Taís Araújo, Silvia Braz e Thássia Naves estão marcando presença em Paris e já observamos alguns aspectos da próxima estação.

Thassia Naves. Foto: Instagram
Sabrina Santo. Foto: Reprodução
Taís Araújo. Foto: Reprodução/Instagram

Verão, época que temos tecidos mais leves, cores mais vibrantes e mais pele à mostra nos looks. Nessa temporada vimos muita renda, transparências, recortes e sobreposições. Peças com tecidos fluidos e leves.

Que tal redescobrir peças e makes que você já tem e estão esquecidas no guarda-roupas para essa nova temporada de verão?

Espero que tenham gostado da matéria e até a próxima Bonitas! 

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Inspiradoras Interna Notícias

Biomédica descobre câncer de mama e escreve livro que conta sobre tratamento: “É uma história que dá esperança”

A biomédica e professora universitária, Moline Severino Lemos, de 35 anos, resolveu transformar o tratamento dela contra o câncer em um livro. Moline mora em Uberlândia, em Minas Gerais, e contou ao Eufemea como surgiu a ideia do livro que ela lançou em julho deste ano. A história dela abre a campanha do Outubro Rosa (campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama).

Segundo a biomédica, ela descobriu um nódulo após um autoexame. “Aí fui em um especialista para investigar melhor do que se tratava”.

Para a surpresa de Moline, ela estava com câncer de mama. “O câncer de mama mudou minha vida por completo”, disse.

Segundo ela, o câncer mexeu com os sentimentos dela e a forma dela enxergar a vida.

“Mas ele me trouxe também muitos presentes ao longo do caminho de cura. Digo que foi um professor, apesar das dores e momentos difíceis, tive muito aprendizado. Sou uma nova Moline”, enfatizou.

O tratamento de Moline foi longo. Ao todo foram 16 sessões de quimioterapia e 25 de radioterapia. Ela também precisou retirar a mama esquerda.

Moline durante o tratamento. Foto: Cortesia

“Hoje estou em remissão e faço acompanhamento a cada 3 meses. Em breve farei também minha reconstrução mamária”, contou.

Como surgiu o livro?

Durante esse período de tratamento, Moline decidiu escrever textos desde quando ela recebeu o diagnóstico. O livro é dividido em capítulos e traz todos os sentimentos que ela sentiu nesse processo.

“As pessoas vão entender melhor o que uma pessoa com câncer sente e vive ao longo de todo tratamento. Acho que pode ajudar muitos pacientes oncológicos e familiares. É um livro que dá esperança”, ressaltou.

E reforça: “O que ninguém quer é adoecer, muito menos aceitar o diagnóstico de uma doença tão grave e complexa como o câncer de mama. Mas, apesar de todo sofrimento, o caminho da cura pode ser repleto de surpre­sas”.

Para comprar o livro, basta clicar aqui. Ao longo do mês, basta usar o cupom outubrorosa para ganhar desconto.