O que o BBB22 pode nos ensinar sobre Vitiligo?

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp

Foto: Instagram/deonaty_/Divulgação

Não poderia começar o meu primeiro texto de 2022 sem falar sobre esse assunto: o BBB22. E por qual motivo trouxe ele para a minha coluna de beleza e moda?

Bom, é que uma das participantes chamou atenção: a Natália Deodato. Ela é dançarina, modelo e designer de unhas, e vem mostrando seu empoderamento dentro da casa.

A modelo que possui Vitiligo, vem levantando pauta sobre essa doença não infecciosa que ainda não é tão comentada e que pode atingir todas as pessoas, independente da raça, idade ou sexo.

Pode estar relacionado à hereditariedade – 30% dos pacientes têm familiares com o mesmo problema e estima-se que cerca de 1 a 2% da população mundial tenha a doença.

O vitiligo causa curiosidade e ainda muito preconceito em pessoas que não conhecem mais sobre a doença. A Natália já era uma grande defensora da luta contra o preconceito e da autoaceitação sobre a doença em suas redes sociais.

A sister é a primeira participante com vitiligo em duas décadas de programa. Em suas redes sociais ela levanta a #vitLindos fazendo referência ao seus fãs e à luta contra o preconceito com pessoas que sofrem com vitiligo.

Mas, afinal, o que é o Vitiligo?

É uma Doença dermatológica caracterizada pela inibição ou destruição de melanócitos, as células responsáveis pela fabricação de melanina (pigmento que dá cor à pele). Isso resulta em zonas despigmentadas, que se apresentam na forma de manchas brancas.

Em uns trechos em seu perfil ela fala como foi sua aceitação com a doença e o poder que quando nos olhamos e nos aceitamos traz para nossa autoestima e nosso empoderamento.

“Você pode ser feliz e bonita (o) do jeito que você é, com vitiligo ou com qualquer outra característica! Ahhh! Se amar não é uma tarefa fácil! Mas eu decidi a me amar em cada detalhe, e por estar “fora do padrão”, tenho que me AMAR AINDA MAIS! ♥
Eu amo ser diferente, e me aceitando como eu sou, me amo ainda mais!”

O ato de aceitação não é fácil, muitas vezes caímos em armadilhas armadas por uma sociedade julgadora e esquecemos que o padrão não existe. O padrão só pode ser um: ser feliz como você é, da maneira que você quiser.

Estou no instagram: @luizaasabrina