“Famílias de Anjos”: Sem verba, mães pedem apoio para entidade que cuida de crianças com microcefalia

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Foto: Rede Social

Fundada em setembro de 2017, a Associação das Famílias de Anjos do Estado de Alagoas (AFAEAL) acolhe mães e crianças com microcefalia e alterações neurológicas. A entidade, porém, passa por dificuldades financeiras para manutenção e a compra de equipamentos de alto custo. Sem isso, as crianças correm o risco de ficar sem o tratamento devido.  

Na associação, são atendidas 220 crianças, contando com capital e interior do Estado. A entidade funciona em uma sede emprestada,  no Conjunto Paulo Bandeira, Benedito Bentes ll, localizado na periferia de Maceió. Além das crianças, as mães também recebem assistência. Para assegurar que o trabalho continue, um apelo vem sendo feito pelo comando da instituição e pelas mães para os governantes, a sociedade civil e os empresários.  

“Enfrentamos dificuldade financeira pois a única ajuda do governo que recebemos é o leite liquido, que faz parte da aquisição familiar, e iremos começar a receber alimentos do PAA [Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar]”, revela a presidente da associação, Alessandra Hora dos Santos, avó de uma criança com síndrome congênita do Zika vírus. 

Ela diz que a associação sobrevive de doações, não recebe recursos governamentais e que sem ajuda há risco de fechar as portas. Alessandra conta que um dos equipamentos necessários ao tratamento é de alto custo.  

As crianças precisam de um macacão apropriado, adquirido nos Estados Unidos, e que custa R$ 8 mil, cada um (Foto: Arquivo pessoal)

“Precisamos do macacão que é utilizado para o atendimento do pedia suit (vestimenta ortopédica). Atualmente estamos precisando de três, onde cada um custa R$ 8 mil e vem dos Estados Unidos”, diz. 

Na associação, como informa a presidente, “é oferecido atendimento de fisioterapia intensiva, com o método do Bobath [abordagem terapêutica de reabilitação] e o pedia suit, assistência com cesta básica e suplementos das crianças, atendimento com psicólogo, encaminhamento com exames, atendimento com fonoaudióloga e jurídico”. 

Como ajudar? 

Na rede social, também é possível entrar em contato para ajudar a associação

Entrar em contato 

No telefone: 82 9872-80831 

Ou na rede social