Mesa redonda discute visibilidade trans: “transformação social”

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O Grupo de Estudos e Pesquisas em História, Gênero e Sexualidade (GEPHGS) da Ufal realiza na próxima quinta-feira (26), às 19h, uma mesa redonda como tema “Que visibilidade desejamos?”. O evento acontece em alusão ao Dia Nacional da Visibilidade Trans, comemorado em 29 de janeiro.

Para Stella Iris, palestrante e estudante do curso de Relações Públicas da Ufal, discutir visibilidade trans é também discutir as possibilidades e políticas públicas de acessibilidade, viabilizar a ocupação trans nos espaços acadêmicos e no mercado de trabalho.

“Nada melhor para o aprendizado do que o próprio convívio com as diferenças e possibilidades de ser, um corpo transvestigenere por si só é uma ferramenta política e de transformação social, para além da ótica cis-biológica-binarista. Fomentar essas discussões é extremamente importante no âmbito acadêmico e o GEPHGS tem papel super importante na pesquisa e debates dessas questões”, afirma.

Também palestrando no evento, Eloísa Costa, membra do GEPHGS, explica que em sua apresentação tomará como base as questões de desistências de alunos trans da escola à universidade; o forte discurso da imprensa e a determinação dos esteriótipos sobre corpos trans, principalmente travesti.

“Por fim, entrarei no discurso transfeminista para a autodeterminação dos diferentes corpos trans, uma luta que se baseia em nós por nós mesmas. Sou estudante do curso de História Licenciatura da Ufal, além de ser pesquisadora no grupo GEPHGS. Vou me basear um pouco sobre como os jovens percebem nós, travestis e transexuais, como uma orientação sexual por meio de uma ‘homossexualidade transformada’”, avisa.

O evento acontece de forma presencial, na sala da pós-graduação de História, às 19h, e é aberto ao público. Não é necessário ser inscrever previamente. Os participantes levam certificado ao final.

*Com Ufal