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Mãe e chefe de Gabinete da Seinfra: Ana Cristina destaca importância de valorizar a presença feminina no governo do Estado

Como forma de homenagear a todas as mulheres no mês de março, a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) fará uma série de reportagens sobre as mulheres e sua contribuição para o serviço público.

De acordo com as informações, a intenção é ressaltar a dedicação e o profissionalismo feminino não só em órgão públicos, mas, através da representatividade, e enaltecer o esforço de todas as mulheres brasileiras.

O dia 8 de março foi adotado, em 1975, pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional da Mulher, no entanto, as manifestações e conferências que deram início à luta por igualdade de direitos civis às mulheres data de 1909, nos Estados Unidos. As comemorações de 8 de março têm como intuito principal lembrar todas as lutas e direitos conquistados pelas mulheres no âmbito social, político e econômico.

A primeira entrevistada da série é Ana Cristina Cavalcante, chefe de Gabinete da Seinfra. Ana vem de uma família de 9 irmãos, é mãe de duas meninas, formada em secretariado executivo, trabalhou em empresas privadas e também na Procuradoria Geral de um município alagoano. Ana lembra que no início de sua carreira enfrentou muita resistência por ter escolhido uma área com predominância masculina:

“Senti muita dificuldade para enfrentar o estranhamento masculino. Hoje não, o tempo e a experiência nos ensinam a lidar com o ‘olho torto’ e tirar de letra, sem causar tanto constrangimento”, enfatiza Ana.

Ana Cristina vem de uma família tradicional do interior, onde a mulher tem que ficar em casa e o homem trabalha fora. Ela explica que as dificuldades começaram em casa, quando o pai não entendia muito bem a necessidade que ela tinha de cursar uma faculdade e ingressar no mercado de trabalho. Apesar dos percalços, a vontade de estar sempre crescendo e aprendendo sempre foram suas metas de vida.

Ana destaca sobre o quão significativo é ter um governo que valoriza a presença feminina e do marco histórico que é ter um secretariado com predominância feminina. Ela se descreve como perfeccionista e confessa que apesar das lutas e desafios, ser mulher é um orgulho, porém, um desafio diário: “Tem que ser mãe, ser mulher, ser profissional; é uma luta constante, ainda mais porque nós nos cobramos muito e gostamos de tudo impecável”, completa Ana.

As próximas homenageadas serão Leila Moreira, superintendente  de Projetos Sociais; Clara Lopes, engenheira da superintendência de Habitação, e Vivianne Gama, assessoria especial.

*Com Assessoria