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Saúde apresenta protocolo para regulação de leitos neonatais em Maceió

Foto: Ascom SMS

Para alinhar diretrizes para uma atenção integral e humanizada ao recém-nascido, a Secretaria de Saúde de Maceió, se reuniu na tarde desta quarta-feira (22), no auditório da pasta, no Centro, com representantes dos municípios da 1ª macrorregião de saúde de Alagoas, para apresentar os protocolos de regulação e vinculação de leitos neonatal em Maceió para a admissão de bebês em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e Unidades de Cuidado Intermediário (UCIs) Neonatais.

A iniciativa foi do Pronto! – Marcação e Regulação e da Rede Cegonha de Maceió. Segundo Suzângela Mendonça, gerente de Saúde da Mulher da SMS, o encontro busca realinhar esses protocolos junto aos municípios visando melhorar a assistência prestada às usuárias e aos recém-nascidos.

“Frequentemente surgem novas demandas, novos serviços de saúde que passam a receber gestantes e é preciso apresentar esse fluxo para que os profissionais saibam para onde encaminhar essas mulheres, visto que, Maceió é a responsável por toda a regulação da rede materno infantil de diversos municípios do interior”, explica.

Estiveram presentes na reunião, secretárias e secretários de saúde, coordenadores da Atenção Primária, de Casas de Parto Municipais (CPM) e hospitais de municípios como Cajueiro, Viçosa, Mar Vermelho, Santa Luzia do Norte, Pindoba, Messias, Maceió, Paripueira, Pilar, Paulo Jacinto, Rio Largo e Jequiá da Praia.

O encontro também contou com a presença das promotoras do Ministério Público Estadual (MPE) Michelline Tenório e do Ministério Público Federal (MPF) Débora Bonfim, que acompanharam as discussões e apresentação dos protocolos.

“O acompanhamento da Rede Cegonha começa no parto e vai até os dois anos de idade da criança, mas esse cuidado começa já no pré-natal da mulher, por isso é fundamental que ela faça o acompanhamento correto para identificarmos se aquela mãe será regulada e encaminhada para uma maternidade de risco habitual ou de alto risco, dessa forma, prestando um cuidado mais adequado a essas usuárias e com um atendimento mais célere”, destaca Suzângela.

Durante a reunião, foram apresentados os fluxos e locais onde cada município deve encaminhar suas gestantes, considerando a facilidade de acesso da gestante ao serviço e a classificação dos serviços em risco habitual e alto risco.

*com Ascom SMS