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“Profissionais acolhedores”: Hospital Metropolitano de Alagoas oferece assistência farmacêutica individualizada

Foto: Assessoria

Joselma Alves deu entrada no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA) para investigar alguns sintomas que vem sentido. Diabética e hipertensa, ela faz uso de remédios rotineiramente. Logo após a internação foi atendida por uma farmacêutica, que quis saber sobre alergias medicamentosas e uso de medicamentos controlados.

Funciona assim no HMA. Todo paciente que está internado recebe a visita do farmacêutico de forma individualizada e pessoal. No caso da assistência farmacêutica, essa iniciativa auxilia o uso racional de medicamentos.

Renatha Soares, coordenadora da Farmácia do HMA, explicou que esse contato do farmacêutico com cada paciente acontece desde a entrada até a alta hospitalar. “Na admissão do paciente, realizamos a entrevista e conciliação medicamentosa para detectar a presença de alergias medicamentosas, comorbidades e uso de medicamentos contínuos. Após o levantamento desses dados, o médico é informado e irá analisar e realizar a prescrição”, especificou.

Na alta, após a entrega do receituário médico, o farmacêutico orienta quanto ao horário adequado para tomar as medicações, as interações medicamentosas, o uso ou não com alimentos, além de informar onde adquirir determinados medicamentos na rede pública de saúde.

Joselma Alves, a paciente, sabe bem disto. E fala a respeito da visita após a alta. “Os profissionais por aqui são bem acolhedores. No caso dos farmacêuticos, eles explicaram tudo sobre minhas medicações e o que fazer caso sinta dores porque fiz uma biopsia e estarei de volta para saber o resultado em quinze dias, posso sentir algo neste período. Ficamos preocupados com toda a situação, claro! Mas todo este respeito, conversa e cuidados nos acalenta de um modo sem igual. Sou muito grata a este hospital que me recebeu de forma tão carinhosa”, relatou.

De acordo com Renatha Soares, a atuação do farmacêutico no âmbito hospitalar é fundamental para evitar erros relacionados a medicamentos, reações adversas e garantir que o paciente utilize o medicamento que necessite na dosagem, forma e horário corretos, a fim de assegurar a eficácia do tratamento e evitar que o paciente necessite retornar ao hospital.

Amanda Paixão, gerente da assistência farmacêutica da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), ressaltou que além da gestão de medicamentos da saúde, o acolhimento humanizado e acolhedor nas unidades tem sido uma prioridade.

“Não tínhamos uma gerência específica de referência técnica para Assistência Farmacêutica Hospitalar, estamos empenhados e visualizando resultados como o Hospital Metropolitano que tem sido referência em tantas especificidades. Nosso maior ganho é a percepção dos pacientes ao receberem alta, como foi o caso. Saber que podem contar com nossos serviços, em nossas unidades é gratificante!”

“Os pacientes crônicos, por exemplo, precisam de orientações precisas dos nossos farmacêuticos porque ao saírem dos hospitais terão outras medicações a serem incluídas fora as que já tomam. Sem falar nos medicamentos de alto custo oferecidos pela Sesau e que, com as orientações precisas, poderão ter acesso”, frisou.

*Com Assessoria