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Sesau capacita profissionais da saúde sobre Toxoplasmose Gestacional e Congênita: “fluxo de acolhimento”

Foto: Tony Medeiros / Ascom Hospital de Emergência do Agreste

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) reuniu dezenas de profissionais no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) de Arapiraca para realizar capacitação sobre toxoplasmose gestacional e congênita. A atividade contou com a participação de enfermeiros, farmacêuticos, médicos, profissionais da Vigilância Epidemiológica e coordenadores da Atenção Básica dos municípios que compõem as VI e VII Regiões de Saúde de Alagoas.

A capacitação foi promovida por técnicos da Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde (Sevisa), Supervisão de Cuidados à Mulher, Criança e Adolescente e do Laboratório Central de Alagoas (Lacen/AL). Durante a capacitação, foram abordados temas como notificação, aspectos clínicos, diagnóstico, tratamento, prevenção da toxoplasmose e fluxo para dispensação dos medicamentos.

“Este é o terceiro ciclo de capacitação sobre toxoplasmose no Estado em 2024. A toxoplasmose gestacional pode ser diagnosticada no pré-natal, através dos exames do primeiro trimestre. Diante desse diagnóstico, o profissional vai saber como conduzir o caso”, explicou a enfermeira-obstetra Lavínia Rufino, assessora técnica da Sesau.

Segundo ela, a toxoplasmose é uma doença provocada por um parasita e pode ser desencadeada pela ingestão de alimentos contaminados, mal cozidos, ou em contato com fezes de gatos e de outros animais. “Nossa principal preocupação é com a descoberta precoce nas gestantes, já que, em geral, é assintomática. Então, o nosso foco é falar sobre esse manejo. É uma doença que pode ser passada da mãe para o bebê e que pode provocar provocar desde complicações na saúde do bebê a até o aborto”, alertou Lavínia Rufino.

Para os profissionais que participaram da capacitação, as explicações foram importantes para a sequência dos trabalhos nos municípios. “A capacitação é de suma importância para os profissionais da Atenção Básica. Entendendo e utilizando todo o fluxo de acolhimento, é possível conduzir os casos da melhor forma, tratando as gestantes e evitando que os bebês sejam contaminados”, afirmou Tayane Farias, enfermeira que atua na estratégia de saúde da família de Traipu.

*Com Assessoria