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O que Lavínia, estudante indígena de São Sebastião, tem a ensinar sobre meio ambiente

Foto:  Daniel Albuquerque/Ascom Seduc

No Centro de Convenções de Maceió, a etapa estadual da VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA) reuniu estudantes e educadores de todo o estado em um encontro marcado por debates, trocas de experiências e propostas para um futuro mais justo e sustentável. Entre tantas falas inspiradoras, a de Lavínia Maísa, estudante da Escola Estadual Indígena Cacique Antônio Izidório, da comunidade Karapotó-Terra Nova, em São Sebastião, ganhou destaque.

“É muito gratificante estar na conferência. A nossa escola vem trazendo o tema Plantando o Saber e o Futuro do Passado. É muito importante tratar sobre o meio ambiente, preservar e reflorestar para termos um ambiente mais saudável”, afirmou a jovem, emocionando o público presente.

Educação e Justiça Climática

Com o tema “Vamos transformar o Brasil com Educação e Justiça Climática”, a conferência reforçou a importância de colocar o protagonismo juvenil no centro das discussões ambientais. Alunos de diferentes municípios apresentaram projetos escolares que promovem práticas sustentáveis e buscam soluções para os desafios locais.

Ao todo, 30 delegados e suplentes participaram das apresentações, acompanhados de professores orientadores. As propostas selecionadas agora representarão Alagoas na etapa nacional da conferência.

O papel da escola e da comunidade

A secretária executiva do Desenvolvimento da Educação e Cooperação com os Municípios, Sueleide Duarte, representando a Seduc, destacou o impacto do encontro: “Momentos como esse fazem a diferença no futuro. Plantamos sementes, mas é preciso união e compromisso para termos mais justiça climática e cuidado com o nosso ambiente. Tenho orgulho de fazer parte da Educação Pública de Alagoas e estou confiante de que nossos delegados farão a diferença na etapa nacional”.

Protagonismo juvenil indígena

A fala de Lavínia simboliza a conexão entre tradição e futuro. Para sua comunidade, preservar a natureza não é apenas uma escolha, mas um legado transmitido de geração em geração. Ao levar essa visão para o espaço da conferência, ela mostrou como a cultura indígena pode enriquecer o debate sobre sustentabilidade e inspirar novas formas de cuidar do planeta.

*Com Assessoria

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