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Caso Maria Gracieli: seis meses após feminicídio, principal suspeito segue foragido

Seis meses após o feminicídio de Maria Gracieli dos Santos, de 26 anos, o principal suspeito do crime continua foragido. A jovem foi assassinada a tiros enquanto dormia na madrugada de 9 de dezembro de 2025, no povoado Pindorama, em Coruripe, no Litoral Sul de Alagoas. A identidade do homem não foi divulgada.

Na época do crime, a Polícia Civil apontou o ex-companheiro da vítima como principal suspeito. Segundo as investigações, Maria Gracieli havia deixado Caruaru, em Pernambuco, e se mudado para Alagoas após sofrer ameaças e perseguições do homem. Mesmo assim, ela foi localizada e morta.

De acordo com a investigação, a vítima foi atingida por dois disparos na região do pescoço enquanto dormia, sem qualquer chance de defesa.

Imagens de câmeras de segurança registraram um Volkswagen Saveiro prata circulando pela rua momentos antes e depois dos tiros. As gravações mostram um homem correndo até o veículo e entrando pelo lado do passageiro, o que levou a polícia a concluir que o crime contou com a participação de pelo menos duas pessoas.

Equipes da Polícia Científica e do Instituto Médico Legal (IML) realizaram a perícia no local. Desde então, a Polícia Civil instaurou inquérito e passou a tratar o caso como feminicídio.

Suspeito ainda não foi localizado

Passados seis meses do assassinato, o principal suspeito segue sem ser preso. A Polícia Civil continua investigando o caso e realiza diligências para localizar o homem.

Até o momento, a corporação não divulgou novas informações sobre o andamento das investigações nem confirmou se há outros envolvidos formalmente identificados.

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