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5 mulheres nordestinas com deficiência que você precisa seguir agora

No Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado em 3 de dezembro, é fundamental ampliar vozes que transformam narrativas, fortalecem identidades e impulsionam debates sobre inclusão. Por isso, selecionamos cinco mulheres nordestinas com deficiência que se destacam no digital, cada uma com seu estilo, sua história e sua atuação única. Além disso, todas elas criam conteúdo relevante, promovem acessibilidade e influenciam milhares de pessoas.

1. Amanda Soares (@pcdperigosa) – Bahia

Amanda Soares é uma das criadoras de conteúdo mais influentes quando o assunto é inclusão com coragem e autenticidade. Além disso, ela utiliza humor ácido, informação e crítica social para discutir capacitismo, direitos da pessoa com deficiência e vivências interseccionais. Com sua atuação firme, Amanda se tornou uma voz poderosa que influencia debates nacionais.

2. Vanessa Grão (@vanessagrao) – Alagoas

Vanessa Grão é alagoana, ativista e criadora de conteúdo informativo sobre vida adulta com deficiência física, autonomia e políticas públicas. Além disso, ela produz vídeos educativos que ajudam pessoas com deficiência a acessarem seus direitos. Com isso, passou a ser reconhecida pela abordagem direta e prática, sempre conectada com pautas sociais urgentes.

Leia mais: Alagoana usa as redes sociais para falar sobre pessoas LGBTQIA+ com deficiência

3. Cacai Bauer (@cacaibauer) – Bahia

Cacai Bauer é a primeira influenciadora digital com síndrome de Down do Brasil, e seu impacto ultrapassa fronteiras. Por meio de conteúdos envolventes, trabalhos publicitários e aparições em eventos nacionais, ela se tornou símbolo de representatividade. Além disso, Cacai promove debates sobre moda, independência, afeto e protagonismo da pessoa com deficiência.

4. Natália Costa (@costa_natt) – Ceará

Direta do Ceará, Natália Costa usa suas redes para discutir inclusão e feminilidade com profundidade e leveza. Além disso, ela compartilha reflexões sobre autoestima, acessibilidade e relacionamentos, sempre trazendo vivências reais. Com isso, Natália se consolidou como referência para mulheres com deficiência que buscam narrativas verdadeiras e acolhedoras.

5. Laura Normal (@lauraanormal) – Alagoas

Laura Normal é a primeira pessoa com Síndrome de Down habilitada no Brasil (T21). Além de universitária, palestrante e entusiasta da moda, ela defende a inclusão em todos os espaços. Com sua estética marcante e posicionamentos firmes, Laura inspira jovens e adultos que desejam enxergar a deficiência por uma perspectiva de potência. Por isso, seu conteúdo cresce diariamente e toca diferentes públicos.

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Por que seguir essas mulheres agora

Seguir essas criadoras significa ampliar repertório, fortalecer discussões sobre acessibilidade e, sobretudo, valorizar vozes nordestinas que historicamente enfrentaram baixa visibilidade. Além disso, todas elas utilizam suas plataformas como ferramentas de transformação social, aproximando debates essenciais de públicos diversos.

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