Por Mariana Sampaio
No dia 25 de maio celebramos o Dia Nacional da Adoção.
Uma data que vai muito além de processos, burocracias ou papéis assinados. Falar sobre adoção é falar sobre amor, pertencimento, coragem e, principalmente, sobre escolha.
Escolher adotar é entender que laços não nascem apenas do sangue, mas também do afeto, do cuidado diário e do desejo sincero de construir uma família.
É compreender que maternidade e paternidade vão muito além da gestação. Às vezes, um filho nasce primeiro no coração para só depois chegar aos braços.
A adoção não é um ato de caridade. Nunca foi!
É encontro.
É vínculo.
É construção.
É amor decidido todos os dias.
E talvez exista algo muito bonito nisso tudo: pessoas que se escolhem mutuamente e transformam a vida umas das outras para sempre.
Nas próximas publicações quero compartilhar um pouco mais sobre esse processo, sobre medos, expectativas, inseguranças e também sobre o amor imenso que existe na decisão de maternar através da adoção.
Porque algumas histórias começam no ventre.
Outras começam no coração.
E nenhuma delas é menor por isso.