Foto: Assessoria
Cerca de 120 militares, entre cadetes, oficiais e praças da Polícia Militar de Alagoas (PMAL), vão participar de um evento de conscientização sobre o câncer de mama e do colo do útero nesta sexta (9), às 8h, no auditório da Afya Unima, em Maceió. A programação faz parte da campanha Outubro Rosa e terá palestras com especialistas e o relato de uma paciente em cuidados paliativos.
O encontro é organizado pela Liga Acadêmica de Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia da Afya Unima (LAGOM), em parceria com a Diretoria de Saúde da Polícia Militar de Alagoas.
Durante o evento, serão discutidos os principais sinais de alerta do câncer, os exames preventivos, as possibilidades de tratamento e a importância do diagnóstico precoce. A programação também vai abordar o impacto emocional da doença e o papel da rede de apoio durante o tratamento.
A ginecologista e obstetra Wanderliza Coutinho vai apresentar orientações sobre os exames de rotina da mulher e os sinais que podem indicar alterações na saúde.
Em seguida, a coordenadora de oncologia Caroline dos Anjos vai esclarecer dúvidas sobre o tratamento do câncer, com foco em desmistificar procedimentos e orientar pacientes e familiares.
O encontro também terá a participação de Alexsandra Amaral dos Santos, colaboradora da Afya Unima e paciente em cuidados paliativos por câncer de mama. Ela vai compartilhar sua experiência com a doença e falar sobre a importância da rede de apoio e da espiritualidade durante o tratamento.
Segundo o diretor de Saúde da PM-AL, coronel Brito, a iniciativa busca ampliar o acesso à informação entre os profissionais da corporação.
“Realizar o Outubro Rosa reunindo cerca de 120 militares para discutir prevenção e diagnóstico precoce tem uma importância estratégica e humana para a Polícia Militar. É uma honra dar continuidade à parceria com a LAGOM e a Afya Unima, levando informação e cuidado para quem vive diariamente a missão de servir e proteger a sociedade”, afirmou.
A presidente da LAGOM, Renata Gerbase, destacou a importância de aproximar as informações médicas da população.
“Falar sobre prevenção e diagnóstico precoce nas comunidades é transformar o conhecimento que adquirimos na formação médica em cuidado. A Medicina vai além da técnica: ela exige escuta, empatia e acolhimento”, disse.
Após as palestras, os participantes poderão fazer perguntas aos convidados.